Foram 2 intervenções.
1989 – 20 Bienal Internacional de São Paulo
1989 – Bienal de Veneza.
Fui uma espécie de assistente do artista na articulação e produção da performance. Loyola me contatou pela primeira vez durante uma exposição na Funarte. Foi à Venezuela. No mês da Bienal voltou ao Brasil. Quando chegou eu tinha uma turma da pesada: Adriana Consorte, Aúreo Gabriel, Caca Diniz e o saudoso Dilson Marinho. Aos poucos outros artistas começaram a nos procurar e Juan começou um processo de articulação política que espalhou aos quatro cantos da arte que alguma coisa iria acontecer. O ambiente em São Paulo ainda era tenso. Há muito tempo ninguém sumia de verdade, mas era preciso certa coragem para a rampa da Bienal no dia de sua inauguração, com um grupo organizado, todos de branco, com as máscaras do Mc Donalds e gritar FMI anda la puta que te pario. Juan levou sua visão crítica sobre a os lamentos e as dores do povo sul americano com as pressões econômicas do FMI a importantes personalidades Não fomos presos devido ao prestigio de Juan Loyola.
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