Arquivo da categoria: Shows

Disco 3.0 Presidente Prudente

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Não sei por quantas cidades do interior paulista já passamos com esse tributo ao Elton John, interpretado pelo maestro Rogério Martins,  mas Presidente Prudente foi especial. “Discoteca 3.0”, a festança dos anos 80, promovida pelo jornalista e radialista Luciano Reis aconteceu no Tênis Clube .Show lotado e emocionante. Público caloroso, comida de primeira.


Tributo ao Elton John.

Participei como convidada especial no Show Pocket do Maestro Rogério Martins em homenagem a Elton John, realizado no Teatro Lauro Gomes , em São Bernardo do Campo. Esses vídeos registram a “canja” neste show que também contou com a presença de dois integrantes do Destroyer Kiss Cover. Eu fui de “eu” mesma, mas  adorei brincar de estar ao lado do Elton John, Gene Simmons e  Peter Criss , que podem ser vistos no primeiro vídeo.

 


Elas e Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes

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Um projeto que reúne tantos ingredientes de qualidade  só poderia estrear da maneira que estreou, com o Teatro Vasques lotado, gente em pé, pessoas de todas as idades reunidas para prestigiar o trabalho desenvolvido pela Orquestra  Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes sob a direção do Maestro Lélis Gerson, que com o apoio do secretário José Luiz Freire de Almeida e sua equipe competente idealizaram e produziram o  espetáculo Elas e Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes para o qual tive o prazer de ser convidada podendo  atuar ao lado de outras cantoras reunidas para homenagear “Elba Ramalho” , que passei a chamar carinhosamente de “Flor da Paraíba”, impressionante Elba,  intérprete de um repertório que representa a alma de um povo.  Na abertura a  orquestra interpretou Carmina Burana, do compositor alemão Carl Off  e Bruna Sandoval – uma pequena grande mulher cantou correta e graciosamente  o pout- porri que com Vida de Vida de Viajante( Luiz Gonzaga),  Neném Mulher  de Aldemário Coelho e Homem com H de Antônio Barros.  Recebemos em cima da hora  a notícia de que Solange Comitre  adoeceu e não poderia cantar. Tensão. Solange havia ensaiado com a Orquestra dois grandes hinos – Bate Coração de Zé Ramalho e  Asa Branca – …”o hino de Seu Luiz”, como diria a homenageada. Encarei o desafio e com apenas  um ensaio sem os solistas cantei  grudada na contagem do maestro o tema. Estava tão emocionada que não disse boa noite para não chorar e mesmo assim quando ouvi o acompanhamento do público em Asa Branca quase me perco na letra…quem tem coração sabe: – Bate Coração a noite estava só começando.  Mayara Nascimento entrou com Xote das Meninas afirmando meigamente sua personalidade forte através de sua voz suave. Nos bastidores o clima era o melhor possível. Henriette Fraissant emocionou a todos com o clássico de Dominguinhos e Nando Cordel- De volta para o Aconchego, sobre Henriette clique aqui e assista .  Esther Isola, praticamente uma estreante recebeu todo nosso apoio e esbanjou uma voz singular em Ciranda da Rosa Vermelha de Alceu Valença. Bianca Chacon é uma profissional com quem tive o prazer de trabalhar, bonita e afinada que é uma covardia. Muito querida nossa Thaís Mello empolgou o teatro com uma grande presença de palco e percepção artística. O nível de exigência do Maestro só aumentou nossa responsabilidade e o que só nós sabemos é que atrás das cochias nos apoiávamos em um clima de irmandade que reinou entre as cantoras dos ensaios ao show. Tudo especial,  a troca de informações entre os artistas, a alegria de ver tantos jovens trabalhando com a música de uma maneira tão séria, a possibilidade de conhecer e trabalhar com tantas mulheres talentosas e a resposta do público que saiu extasiado com a sonoridade da orquestra em um repertório tão brasileiro fez dessa uma noite especial. Quem perdeu pode ver alguns vídeos ou aguardar o próximo show previsto para 01 de outubro, em breve mais informações. Agradecimentos mil ao Maestro, aos músicos e torcer para que projetos como este se proliferem pelo Brasil levando nosso cancioneiro popular aos concertos e promovendo o encontro das culturas. Para mim tem ainda o gostinho especial de  expressar o sangue nordestino que corre em minhas veias, dedico esta noite a minha avó materna Dona Zefa Ferro com quem aprendi as primeiras cirandas.


Águas de Limeira.

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Escrevi que estava saindo com a Rocket Man para Águas de Lindoia e já no  ônibus ouço alguém dizer – Limeira! Começo a observar placas …Limeira! Pasmem, cheguei em  Águas de Lindoia e era Limeira. Acho que todo músico já se confundiu assim.Não sei de onde tirei Águas de Lindoia… Mas isso não vem ao caso. Rocket Man é um tributo ao Elton John criado pelo  Maestro Rogério Martins, faço parte da equipe  como backing vocal e  aproveito para exercitar meu gosto pela fotografia clicando os bastidores das viagens. Peço desculpas aos fotógrafos, por me faltar  técnica, mas não ideias. Graças a Deus não me faltam ideias. O Show de Limeira teve o acompanhamento da orquestra, piano e a produção impecável da Branco Eventos e Produções  . Não dá pra não citar a competência dos técnicos Jerubal no som e Xuxa na iluminação e a atenção do Emerson na produção.Artur Tiski é o produtor musical e baixista, a lenda “Marquinhos” na batera, Kleber Saraiva nos teclados, Paulão na Guitarra, minha parceira Cássia nos backings e o Renato no violão e na gaita. Todos os músicos da Orquestra foram muito bacanas, menos um cara do violino que deve ter algum tipo de desconto, coitado. Ninguém é tão bom músico que possa esquecer a educação. Minoria total. Gostaria de lembrar de todos nomes, como não vou conseguir agora mando lembranças a todos pela figura do Vinicius, que  foi quem mais interagiu com a gente. Só posso elogiar e agradecer os roadies. Na volta uma rodinha com o violão do Renato até despencar no ônibus. Agradecimentos aos pais do Marquinhos que me deram uma carona até Mogi das Cruzes, onde fui resgatada pelo Rafa e voltei ao Paraíso, de onde posto mais essa passagem.  Ps.: As palmeiras e os animais são parte da passagem deste clube em Limeira.


“A Festa na Rua”

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Paraty, 23 de julho, 23:36 h. O show vai começar em segundos. Nosso anfitrião distribui biscoito da sorte à banda ,  guardo na bolsa da câmera e vejo o horário, 23:36, finalmente vai começar. “Djane & Os Camaradas” . Nem acredito. Passei tantos descontentamentos para chegar contente a este show que nem acredito que no final tudo está dando certo. É uma festa de aniversário super produzida com cartaz, flyer, apoio cultural, copo personalizado, banda, coluna social e…na rua. Isso mesmo – o aniversariante fechou uma daquelas bucólicas ruas de Paraty e fez uma festa. “Viva Las Vegas”.  Surreal, estranho e bucólico, mas apropriado se pensarmos na partida da  Amy Winehouse e na forma como “os camaradas” se transformaram em os camaradas da guig através de um ensaio e uma produtiva e animada viajem regada a música, pandas, paradas, rosa mística e conversas. Conheci o baterista na Van, trazido pelo  Betinho o que por si só já é uma boa indicação. Acostumada a tocar com Rodrigo Digão fiquei paralisada quando ensaiei com outro batera. (Ainda vou escrever um post só sobre o Digão). Sem ele, pensei em cancelar, foi o Digão quem não deixou e no final o Pedro Torres representou. Salve Pedro!  Rafael Alves -estreando bem na guig deu o apoio da opinião sincera,  da dedicação necessária e do indispensável talento. Talento  que sempre procuro e acho nos músicos com quem tive, tenho ou terei o prazer de trabalhar. Divaguei agora… voltando ao show. Tinha tudo para dar errado, mas deu certo, com direito a bis e aplausos em todas as músicas. Tudo(ou quase tudo) o que passamos na Van foi tocado de forma que a descontração  criou espaços para improvisações  e outras cositas más. Já subi no palco sabendo que a banda estava bem, mas  não esperava tanto do público. Gostei. Todo mundo cantando, dançando, curtindo, bebendo e balançando a cabeça, acenando de longe. No final a coisa já estava de um jeito que o rock começou a sair um na sequência do outro, paramos com aquele gostinho de quero mais e com tempo para curtir um pouco antes de bater em retirada. Acho que ainda conversávamos e riámos na Van até a apagada geral que aconteceu quando o Benigno desceu em Caraguá. Grande músico o Bê, gosto muito da criatividade e da visão musical para além do contra baixo que ele possui e que com os camaradas  pode exercitar. Divaguei de novo, onde eu estava ? Na apagada geral, pois é, acordei quando estávamos quase chegando, bebi muita água por isso quase não sentia o gosto da vodka com energético. Me comportei muito bem, tomei só duas vodkas depois do show. Tudo bem, uma dose antes. Tudo bem.  Aliás já ia esquecendo da partida da Amy…falei umas poucas palavras sobre ela e entrei em  um apagão que me fez cantar apenas a estrofe onde ela diz que só precisa de um amigo, muito estranho. Depois “voltei” a mim e continuei o show naquele praticável 4 x 4 com meio metro de altura montado em uma tenda de 8 m x 8 m em uma bucólica rua de Paraty. Rolou, resolvo  pegar as  as fotos mal tiradas para compartilhar a memória deste show quando acho o biscoito da sorte e finalmente abro e leio. “O descontentamento é o primeiro passo para o progresso” lembrei do início desta história e sorri contente.


De olhos abertos e fechados

O pianista Daniel Szafran, como que por acaso me pediu 30-40 músicas que eu cantasse de olhos abertos e fechados. Pediu isso mas sugeriu alguns nomes, fui conferir e vi que de cada nome sugerido eu cantava pelo menos uma música, com  exceção de Madeleine Peyroux  que será resultado do gosto apurado do maestro.  Fiz a lista de olhos fechados, mas pretendo estar de olhos abertos no sábado  dia 11 no Kabuk Mask. Vem!


Top of Mind – Diário de Suzano

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Uma noite muito especial.


I Just Wanna Make Love to You – Djane & Os Camaradas


One – Banda Kmille

Banda Kmille na Deep Live Music.


Corriere della Sera


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